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Terra Imersões por Terra Negra
Professor entrevista um produtor de arroz no meio da lavoura
Rio Grande do SulEntrevista com Júlio César, produtor de arroz
Educadora fala para crianças sentadas na grama durante visita guiada
Professor caminha diante da entrada da usina de Itaipu

A aula que não cabe na sala. Incursões pedagógicas para o Fundamental II e o Ensino Médio, conduzidas por professores de Geografia, em Belo Horizonte e Minas Gerais.

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Escolas

Nós vendemos a aula

O mercado vende logística. Ônibus, monitor e seguro são o mínimo, e a escola recebe tudo isso por escrito. O que só a gente entrega é o resto: professor de Geografia conduzindo, o aluno produzindo conteúdo em campo e uma documentação que a coordenação consegue avaliar.

Uma viagem, três entregas

O aluno vive, a família recebe documentado e a escola incorpora ao projeto pedagógico.

Aluno

Vivência no lugar e investigação

  • Aprendizagem baseada em experiência
  • Competências socioemocionais
  • Pensamento crítico e análise sistêmica
  • Protagonismo: ele roteiriza, entrevista e publica

Família

Relatório de impacto

  • O que o filho viu, perguntou e produziu
  • Repertório cultural e geopolítico
  • Cidadania e consciência ambiental
  • A prova do investimento, escrita por quem conduziu

Escola

Portfólio pedagógico com QR code

  • Documentação pedagógica do processo
  • Portfólio digital com a produção dos alunos
  • Narrativa avaliativa
  • Encaixe nas habilidades da BNCC e no projeto pedagógico

Alunos como protagonistas

Não é excursão com guia. Cada grupo vira uma equipe de divulgação científica.

Roteirizar e narrar

O grupo decide o que contar e em que ordem. Aprende a explicar um lugar com clareza, para quem não esteve lá.

Professor fala ao microfone dentro de um barco cheio de passageiros, no Pará
Hidrovias, PAA aula dentro do barco

Entrevistar quem vive no lugar

Escuta ativa e ética: o protagonismo é dos saberes locais, retratados com fidelidade. A fonte primária é a pessoa do território.

Professor conversa com o Sr. Roberto, produtor de pequi, ao lado de uma pilha de frutos
Várzea da Palma, MGSr. Roberto, produtor de pequi

Publicar com rigor

O material entra no acervo da escola e pode ser publicado. Validação científica, letramento digital e combate à desinformação, na prática.

Professor fala ao microfone diante de uma mata de araucárias com neblina
Urubici, SCAraucárias

Quatro escalas, ao vivo

A BNCC pede raciocínio multiescalar. Em campo, ele vira método: o aluno lê o mesmo território do local ao global. Experimente com a Serra do Curral.

Educadora fala para crianças sentadas na grama durante visita guiada
Serra do CurralEscala local

A crista que separa Belo Horizonte de Nova Lima.

Regional: a borda norte do Quadrilátero Ferrífero. Nacional: tombada pelo IPHAN em 1960. Global: o minério de Minas segue para siderúrgicas da Ásia.

Retrato de Pritty Amaral, sorrindo, de suéter verde
Pritty AmaralDoutora em educação, formadora e guia de turismo

Antirracismo em campo

A Lei 10.639 tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira em 2003. Vinte e três anos depois, o obstáculo continua o mesmo: falta formação de professor e falta material. São as duas coisas que temos em casa.

Pritty Amaral é doutora em educação, com pesquisa em políticas públicas de arte e educação, e dirige desde 2022 a OKAN Educação e Turismo de Experiência. Conduz grupos por memórias, territórios ancestrais e histórias afro-referenciadas: quilombo, terreiro, porto, mercado e periferia deixam de ser paisagem e passam a ser documento.

E prepara o professor da escola para repetir a atividade sozinho depois. É assim que uma saída isolada vira prática.

A serra é nossa sala

Somos fundadores do Instituto Serra do Curral e respondemos pela frente educacional: capacitação de guias, roteiros pedagógicos e educação ambiental.

A Serra do Curral é o símbolo de Belo Horizonte e um território em disputa entre conservação e mineração. Exatamente o tipo de lugar onde a Geografia deixa de ser matéria e vira questão pública. Um roteiro pedagógico só funciona quando alguém já mapeou o território, escreveu o conteúdo e treinou quem conduz. Ali, fazemos as três coisas.

Educadora fala para crianças sentadas na grama durante visita guiada
Serra do Curral, BHVisita guiada do Instituto

Roteiros em Minas

Cada roteiro começa por uma pergunta que o aluno vai investigar. Todos são montados com a coordenação, a partir do conteúdo que a turma está vendo, e indicam as habilidades da BNCC e os ODS trabalhados.

  1. Serra do Curral

    Por que a montanha que é símbolo de BH quase virou mina?

    1 dia · Fundamental II e Médio · com o Instituto Serra do Curral
  2. Quadrilátero Ferrífero

    O que a mineração deixou em Minas, do ciclo do ouro a Mariana?

    2 a 3 dias · Ensino Médio
  3. Belo Horizonte afro-mineira

    Onde está a história negra da cidade, e por que ela não aparece no mapa turístico?

    1 dia · com Pritty Amaral · Lei 10.639

Outro destino, outro tema? Montamos sob medida, inclusive fora de Minas.

Do contato ao portfólio

  1. Conversa

    Com um professor, pelo WhatsApp ou numa reunião com a coordenação.

  2. Proposta

    Roteiro, pergunta-guia, habilidades da BNCC, preço por aluno e gratuidade para os professores da escola.

  3. Documentos

    Contrato, política de cancelamento, seguro nomeado e protocolo de segurança, antes de qualquer assinatura.

  4. Reunião de pais

    Conduzida por nós. Cada família faz a inscrição e o pagamento diretamente: a escola não cobra ninguém.

  5. Saída e entrega

    A família acompanha o dia. Depois, relatório para as famílias e portfólio para a escola.

Professor fala diante dos gêiseres soltando vapor no altiplano do Chile
Gêiseres, ChileEnergia geotérmica, explicada no lugar

Pedir a proposta

É gratuita e não vira cobrança. Um professor responde pelo WhatsApp.